

Fundação de Apoio
ao Colégio Estadual
Júlio de Castilhos
O objetivo desta página é o de resgatar, de forma breve, a memória construída historicamente pelo Colégio Estadual Júlio de Castilhos.
Esse resgate está organizado numa galeria de imagens por décadas. Em cada década haverá uma ou mais imagens com um breve relato do que aconteceu no Julinho.
A página Memória recebe colaborações da comunidade juliana. Aqueles que tiverem fotos ou imagens, além de informações que contribuam com esse resgate, podem encaminhá-las à Fundação.
Clique nas setas para rodar o carrossel de imagens de cada década.
De 2021 a 2030
2026 – No ano 2000, logo após o centenário do colégio (1999), o colégio começou a se destacar como a “marca” de escola pública mais lembrada pelos porto-alegrenses. A partir de então, por vários anos, o Julinho recebeu o prêmio Top of Mind, da Revista Amanhã, consagrando-se como a escola pública mais reconhecida pela população de Porto Alegre.
2024 – As violentas cheias de maio obrigaram a suspensão das aulas no Estado por mais de um mês.
2021 – A epidemia COVID, iniciada em 2020, continuava ativa e as aulas permaneceram suspensas no primeiro semestre.
A década se encerra com a epidemia de COVID, iniciada no início de 2020 e que, na rede escolar, resultou na suspensão das aulas por mais de dois anos, com sérios danos à aprendizagem.
2016 - O prédio do Colégio Estadual Júlio de Castilhos foi tombado como patrimônio histórico de Porto Alegre, em 1º de setembro de 2016, na data do nascimento de Demétrio Ribeiro, arquiteto responsável pelo projeto do prédio.
2013 (setembro) – A Banda Marcial Juliana conquista o título Banda de Ouro, concedido às bandas que conquistam três campeonatos estaduais consecutivos.
2013 (23 de março) – A Fundação lança a publicação A construção cotidiana da docência – práticas de sala de aula.
2013 - O Julinho passa a ser a escola com maior número de cidadãos cadastrados no programa Nota Fiscal Gaúcha, da Secretaria da Fazenda, graças às campanhas promovidas pela Fundação.
2013 - É criado o Projeto de Robótica.
2011 e 2012 - O Julinho recebeu o prêmio Top of Mind, promoção da revista Amanhã. Neste ano o prêmio foi desmembrado entre interior e capital. O título passou a ser Top of Mind Porto Alegre.
2011 - (23 de março) – Em cerimônia realizada no aniversário do Julinho, a biblioteca passou a denominar-se Biblioteca Moacyr Scliar, em homenagem ao escritor e médico gaúcho, ex-aluno juliano. Um convite especial foi feito à Sra Judith Scliar, viúva de Scliar, para que participasse da homenagem.
De 2011 a 2020
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De 2001 a 2010
2008 a 2010 – O Julinho foi uma das 25 escolas de Ensino Médio selecionadas para participar do Programa Jovem de Futuro patrocinado pelo Instituto Unibanco. Esta participação foi possível pela existência da Fundação de Apoio à Escola.
2006 (julho) – reativação da Banda Marcial Juliana por iniciativa do ex-aluno Carlos Fernando Carvalho Rizzon e antigos integrantes da Banda, à época em que foi desativada (1972).
2002 e 2007 – O Julinho recebe o título Top of Mind.
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2000 – Lançado o prêmio Top of Mind, pela Revista Amanhã, o Julinho se coloca como a escola mais lembrada do Estado.
1999 (29 de setembro) – instituída a Fundação de Apoio ao Colégio Júlio de Castilhos, tendo como primeiro presidente o ex-aluno Ney Machado Moura.
1999 (23 de março) – centenário do Julinho.
1998 (setembro) – grupo de ex-alunos, professores e ex-professores decidem pela criação de uma Fundação de Apoio ao Colégio Júlio de Castilhos.
De 1991 a 2000
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De 1981 a 1990
1989 – Em 23 de março, o colégio comemorou seus 90 anos de atuação. Movimentos de greve do magistério público estadual e liderança do Centro dos Professores Júlio de Castilhos naqueles movimentos.
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De 1971 a 1980
1979 (29 de abril) – surge o KAA-ETÉ- Movimento Ecológico no Julinho, formado por alunos de diferentes turmas e professores. O grupo atuou por quase duas décadas.
1972 – é desativada a Banda Marcial Juliana.
1971 (final do ano) - conclusão do Bloco B do prédio do Julinho. Só então o colégio passou a contar com o auditório para 500 pessoas, um anfiteatro para 100 pessoas, salas para coordenadores de disciplinas e laboratórios.
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De 1961 a 1970
Nesta década, e na seguinte, o ingresso de novos alunos no Julinho era realizado por meio de exame seletivo. Na foto ao lado, exemplo de cartão de inscrição que dava acesso à prova.
Final da década - Movimento Estudantil e luta contra a ditadura. Os alunos julianos Jorge Basso, Luis Eurico Lisboa e Nilton da Rosa são presos, torturados e mortos. Jorge Basso é desaparecido.
1963 – Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, acompanhando o Centro Acadêmico André da Rocha, da Faculdade de Direito da UFRGS, colocam, na Praça da Alfândega, uma “torre de petróleo”. A ideia foi comemorar os 10 anos da criação da Petrobras. No entanto, ele se tornou, a partir de 1964, em local para atos e mobilizações populares contra o Regime Militar, o que motivou sua remoção em 1972. A “torre” foi reinstalada na praça em outubro de 2008, por ocasião das atividades comemorativas aos 55 anos da Petrobrás.
1961 – Organizada a Banda Marcial Juliana sob a orientação do professor de Educação Física Rubem Souza (Bruxo). A Banda se sobressai nos Desfiles da Mocidade (Semana da Pátria) e vence vários campeonatos, destacando-se no Estado.
1961 (agosto) - Movimento da Legalidade, no qual o Grêmio Estudantil Júlio de Castilhos teve importante papel.
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De 1951 a 1960
1958 (29 de junho) – inauguração do novo prédio, projeto de Demétrio e Enilda Ribeiro, cuja construção teve início em 1953.
1951 (16 de novembro) – um incêndio destrói parte do prédio do colégio. Os alunos passam a ter aulas em diferentes prédios públicos, especialmente no Arquivo Público. Do incêndio salvaram-se os dois grifos e o busto de Júlio de Castilhos que ornamentam o saguão do prédio atual.
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De 1941 a 1950
1947 (setembro) - tem origem a Chama Crioula, símbolo do tradicionalismo gaúcho. A iniciativa foi tomada por um grupo de alunos do Julinho, entre eles José Carlos Paixão Côrtes, Antônio Siqueira e Barbosa Lessa que, pilchados e a cavalo, retiraram uma centelha da Pira da Pátria, no Parque Farroupilha, e a transportaram até uma pira colocada na entrada do prédio do Julinho, na avenida João Pessoa. Esta tradição é conservada, com o acendimento de uma pira no saguão do atual prédio, em 7 de setembro. A chama é trazida por cavaleiros pilchados, tradição que se mantém.
1947 - é criado o DTG/Departamento de Tradições Gaúchas, origem do 35 Centro de Tradições Gaúchas.
1947 - é constituído o Centro de Professores Júlio de Castilhos.
1943 (agosto) - é criado o Grêmio Estudantil Júlio de Castilhos.
1943 - são constituídas as primeiras turmas femininas do Julinho.
1942 (11 de agosto) - o Julinho passa a ter a denominação atual: Colégio Estadual Júlio de Castilhos, reunindo o Colégio Universitário e o Ginásio Júlio de Castilhos.
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De 1931 a 1940
Entre 1931 e 1940, a instituição funcionava sob o nome de Instituto Júlio de Castilhos e passava por um período de transição após ter sido desligada da Escola de Engenharia de Porto Alegre, em 1930. Funcionava no imponente prédio na Avenida João Pessoa, que fora construído na década de 1910, em estilo Renascença Alemã. Esse prédio foi destruído por incêndio em 1951.
A década foi marcada por reformas no ensino secundário brasileiro e gaúcho, com o instituto ofertando cursos ginasiais e complementares tradicionais, voltados à elite intelectual e política da época.
As turmas ainda eram compostas exclusivamente por rapazes. A admissão de meninas só ocorreria na década seguinte.
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De 1921 a 1930
1930 – O Instituto Júlio de Castilhos é desligado da Escola de Engenharia.
1924 (março) – O Instituto /gymnasial do Rio Grande do Sul muda de denominação. Em memória do político recentemente falecido passa a denominar-se Instituto Júlio de Castilhos.
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De 1911 a 1920
1911 - O Instituto passa a funcionar em prédio novo, de belo projeto arquitetônico do engenheiro Manoel Itaqui. O prédio, situado na avenida João Pessoa, fora concluído em 1910.
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De 1900 a 1910
1905 - Neste ano, recebeu a denominação de Instituto Gymnasial do Rio Grande do Sul.
1900 - O Julinho é fundado no último ano da última década (1891-1900) do século XIX. É instituído no dia 23 de março de 1900 com o nome de Gymnásio do Rio Grande do Sul, funcionando no térreo do prédio da antiga Escola de Engenharia.
















































